O Homero IA não nasceu depois que eu descobri tudo. Ele nasceu no meio do processo — enquanto eu ainda estava aprendendo, pesquisando, construindo, testando, errando e corrigindo.
A escolha foi simples: em vez de esperar um ponto final imaginário para contar a história, eu documento o caminho. O que estou tentando construir, quais decisões estou tomando, o que funcionou, o que quebrou e o que precisei corrigir.
A regra que uso para publicar
Nem todo aprendizado vira material. O filtro é utilidade: só entra aqui o que consigo transformar em algo que outra pessoa aplique no próprio trabalho — um guia, um prompt, um template, um processo ou um sistema.
O foco não é sobre mim. É sobre o que dessa construção é útil para quem está tentando aplicar IA no próprio negócio.
AI-FIRST não é "colocar IA em tudo". É entender onde IA realmente melhora o trabalho.